Rubens Guerchman


Imagem do Artista Rubens Guerchman
Rubens Guerchman, artista plástico

Entre 1957 e 1958, estudou desenho no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, em aulas noturnas. Nos oito anos seguintes trabalhou como programador visual em revistas e editoras do Rio. Em 1960, matricula-se na antiga Escola Nacional de Belas Artes, onde estudou xilogravura com Adir Botelho, mas abandona o curso no ano seguinte.

Em 1965, participa da Bienal de São Paulo e da Mostra Opinião-65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Da mostra, que adota uma perspectiva estética da pop art americana e do novo realismo europeu, participaram, além de Gerchman, Hélio Oiticica, Vergara, Ivan Serpa, Flávio Império, Roberto Magalhães, entre outros.

Entre 1975 e 1978,e nomeado diretor do então Instituto de Belas Artes por meio de Paulo Afonso Grisolli então Secretario de Cultura nomeado por Floriano Peixoto Faria Lima governador do estado no período,participando do conturbado desmantelamento [3]do Instituto de Belas Artes, IBA, mudando seu nome por um curto período para School of Visual Arts[4], conduzindo ações polêmicas como o trituramento dos cavaletes, e o descarte do material em lago, nas dependências do instituto com a oposição de estudantes.[4] sendo renomeada Escola de Artes Visuais, nas antigas instalações do IBA no Parque Lage, na cidade do Rio de Janeiro.

Foi co-fundador e diretor da revista de vanguarda Malas-artes (1975-1976), publicação voltada para a arte de vanguarda, sobretudo para a arte conceitual, dirigida por Mário Aratanha. O conselho editorial é integrado por Gerchman, Vergara, Waltércio Caldas, Cildo Meireles e Carlos Zílio, entre outros. Também a partir de 1975, até 1978, foi diretor do Instituto de Belas Artes que transformou em Escola de Artes Visuais do Parque Lage (INEART). Entre 1979 e 1980, com uma bolsa da The John Simon Guggenheim Memorial Foundation e premiado na Bienal Ibero-Americana, trabalhou nos Estados Unidos e no México, onde deu aulas na Universidade Nacional. Expôs no Rio de Janeiro (1980) a série Registro policial.

Em 1981, participa da mostra Do Moderno ao Contemporâneo – Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM do Rio de Janeiro, ao lado de Roberto Magalhães, Di Cavalcanti, Guignard, Tarsila do Amaral, Goeldi, Djanira, Antonio Bandeira, Lygia Clark, Amilcar de Castro, Milton Dacosta, Anna Bella Geiger e Frans Krajcberg.

Fez uma nova viagem ao exterior em 1982, a convite do Deutsche Akademischer Austauschdienst Künstler Program, permanecendo cerca de um ano em Berlim como artista residente. Em 1989, expôs em São Paulo a série Beijos. Durante a exposição, também lançou o livro Rubens Gerchman, sobre seus trinta anos de pintura.

Apaixonado por carnaval, o bloco carnavalesco “Simpatia é quase Amor”, de Ipanema, estampou nas suas camisetas uma das imagens dos beijos de Gerchman.[6] Modernista e ativista, alguns críticos chegam classificá-lo como popular ou popularesco.

Desenvolveu uma intensa carreira, participando de inúmeros eventos no Brasil,Argentina, México, Estados Unidos, Canadá, Portugal, Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Japão e outros. Faleceu em 29 de janeiro de 2008, de um tipo raro de câncer, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Obras à venda:
Gravura da obra A história do cinema
RUBENS GERCHMAN: “A história do cinema”, 2001, litografia em cores.
"A história do cinema", 2001
Litografia em cores
Tiragem: 03/10
Dimensão da imagem: 28,8cm x 41,7cm
Dimensão da folha: 32,8cm x 45,9cm
Rara litografia com tiragem de apenas 13 exemplares, um deles constante do acervo do MAM-RJ
R$ 4.000,00
Gravura da obra Assegure seu futuro, [in álbum] Felix Pacheco
RUBENS GERCHMAN: “Assegure seu futuro, [in álbum] Felix Pacheco “, 1967, serigrafia colorida.
"Assegure seu futuro, [in álbum] Felix Pacheco", 1967
Serigrafia colorida
Tiragem: 145/200
Dimensão da imagem: 34cm x 44cm
Dimensão da folha: 38,8cm x 50cm
R$ 4.000,00